segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Quando não temos certeza...
A transgressão do limite do pensamente me permite lhe dar um presente.
A verdade sobre a associação das coisas como belas e reais.
A verdade sobre a representação.
Sobre os verdadeiros atores da civilização.
O teatro é a falsa idéia de representar. Pois um verdadeiro atore aquele que vive sua representação. Atores usam terno e gravata. Atores de teatro são falsos modestos e humildes copiadores da realidade.
Pensar e fazer é reproduzir e não representar. Reproduzir não é teatro. É escola de teatro. Grande maioria dos atores profissionais ainda está na escola do teatro. E os verdadeiros atores vão ao teatro para ver se os estão reproduzindo bem. Quando um ator verdadeiro vê outro ator representando há com certeza uma concorrência e uma discórdia: drama.
Tiro meu chapéu para os atores e conto meus dias para a aposentadoria.
Acabei de pedir demissão para minha consciência. Tenho um prazo de pouco tempo até finalmente tudo acabar bem.
A verdade sobre a associação das coisas como belas e reais.
A verdade sobre a representação.
Sobre os verdadeiros atores da civilização.
O teatro é a falsa idéia de representar. Pois um verdadeiro atore aquele que vive sua representação. Atores usam terno e gravata. Atores de teatro são falsos modestos e humildes copiadores da realidade.
Pensar e fazer é reproduzir e não representar. Reproduzir não é teatro. É escola de teatro. Grande maioria dos atores profissionais ainda está na escola do teatro. E os verdadeiros atores vão ao teatro para ver se os estão reproduzindo bem. Quando um ator verdadeiro vê outro ator representando há com certeza uma concorrência e uma discórdia: drama.
Tiro meu chapéu para os atores e conto meus dias para a aposentadoria.
Acabei de pedir demissão para minha consciência. Tenho um prazo de pouco tempo até finalmente tudo acabar bem.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Que faço agora?
Tipo de Motivo de sermos um motivo pra realizar um motivo que motivamos em nosso ser criador de motivos que nos leva a descobrir outros motivos que motivem outros a serem motivados por aquilo que acreditamos motivar nossa existência.
Cada motivo é a razão da incompetência ou falta de viabilidade de voltarmos a sermos o que realmente era, o motivo principal, inicial e percussor de uma linha que ao ser descoberta motiva a qualquer um que se motive a desvendar a realidade para motivar quem quer que seja a construir um mundo motivado pelas coisas novas.
Transformados dos velhos, seguindo um modelo antigo porém com soluções modernas que motivem a todas as culturas idealizarem suas funções e trajetórias para o motivo de sermos novos, iguais, juntos, transgressores que lutam para manter a perpétua identidade cultural de nos motivarmos aos ritos, rituais e manifestações de livre pensamento onde o eu se protege no seu e o teu é dirigido a mim proteger.
Qual o motivo?
Perfeito seria o motivo maior para a busca, causa e desenvolvimento da arquitetura de nossos pensamentos ao nos vermos motivados a gerar soluções , onde o motivo disto é um problema motivado pela impaciência, inconformidade e a força humana de não ser igual ou não acreditar na diferença de que meu motivo era garantido pelo motivo de muitos que se motivaram a acreditar que todos podem ser perfeitos ao ponto de não nos motivarmos mais.
Qual o motivo de escrevercoisas que não se compreendem. O que me motiva a pensar nos tantos motivos que cercam as vontades de todos ao invés de entender,compreender ou simplesmente aceitar que isto existe?
Motivo de sermos...
Cada motivo é a razão da incompetência ou falta de viabilidade de voltarmos a sermos o que realmente era, o motivo principal, inicial e percussor de uma linha que ao ser descoberta motiva a qualquer um que se motive a desvendar a realidade para motivar quem quer que seja a construir um mundo motivado pelas coisas novas.
Transformados dos velhos, seguindo um modelo antigo porém com soluções modernas que motivem a todas as culturas idealizarem suas funções e trajetórias para o motivo de sermos novos, iguais, juntos, transgressores que lutam para manter a perpétua identidade cultural de nos motivarmos aos ritos, rituais e manifestações de livre pensamento onde o eu se protege no seu e o teu é dirigido a mim proteger.
Qual o motivo?
Perfeito seria o motivo maior para a busca, causa e desenvolvimento da arquitetura de nossos pensamentos ao nos vermos motivados a gerar soluções , onde o motivo disto é um problema motivado pela impaciência, inconformidade e a força humana de não ser igual ou não acreditar na diferença de que meu motivo era garantido pelo motivo de muitos que se motivaram a acreditar que todos podem ser perfeitos ao ponto de não nos motivarmos mais.
Qual o motivo de escrevercoisas que não se compreendem. O que me motiva a pensar nos tantos motivos que cercam as vontades de todos ao invés de entender,compreender ou simplesmente aceitar que isto existe?
Motivo de sermos...
O Estranho
...
O estranho rapto da borboleta amarela
O estranho encontro do tempo com o destino
O estranho caminho até a margem oposta
A estranha conversa dos dois pedreiros
A estranha ausência de quem prometeu
O estranho ninho na pedra
A estranha forma encontrada para sempre
O estranho sinal que desapareceu
A estranha idéia do vento
O estranho acordo entre ele mesmo
...
A cidade estranha como um bicho acorda com a claridade, despertando aqueles que nela se apóiam e buscam sua própria animalesca identidade.
A noite a cidade descansa furtivamente desviando daqueles que perambulam encharcados de estranhas idéias.
O tempo decide as horas encontrando nos pensamentos as mais estranhas vontades e desejos. Manipula o movimento dos sons, freqüências ideológicas coaguladas na espera de cada ação, esperando um julgamento tímido e reflexivo.
A morte passa. O sol traz a novidade aparente das oportunidades. A luz informa as noticias do futuro, enquanto o homem faz seu leito no cotidiano.
Um a um, dez a dez, cem a cem. Mesmo ritmo e compasso. Muitas melodias vibrando na harmonia dissonante da ordem.
Há uma brecha mesmo entre o oxigênio e o hidrogênio. Aqueles de caem nela se viciam na capacidade de negar. Estes, persuadidos pelo medo, criam métodos para estudar a aparência do reflexo daqueles que tem certeza do que fazem.
De tanto mal já fugimos que nos desertos do passado as estatuas das certezas dos homens, enferrujadas, vibram nas freqüências leves. Somente ouvidas nos sonhos.
Inicio – meio – fim
Lugar – problema – solução
Idéia – vontade – realização
Estranho...
O estranho rapto da borboleta amarela
O estranho encontro do tempo com o destino
O estranho caminho até a margem oposta
A estranha conversa dos dois pedreiros
A estranha ausência de quem prometeu
O estranho ninho na pedra
A estranha forma encontrada para sempre
O estranho sinal que desapareceu
A estranha idéia do vento
O estranho acordo entre ele mesmo
...
A cidade estranha como um bicho acorda com a claridade, despertando aqueles que nela se apóiam e buscam sua própria animalesca identidade.
A noite a cidade descansa furtivamente desviando daqueles que perambulam encharcados de estranhas idéias.
O tempo decide as horas encontrando nos pensamentos as mais estranhas vontades e desejos. Manipula o movimento dos sons, freqüências ideológicas coaguladas na espera de cada ação, esperando um julgamento tímido e reflexivo.
A morte passa. O sol traz a novidade aparente das oportunidades. A luz informa as noticias do futuro, enquanto o homem faz seu leito no cotidiano.
Um a um, dez a dez, cem a cem. Mesmo ritmo e compasso. Muitas melodias vibrando na harmonia dissonante da ordem.
Há uma brecha mesmo entre o oxigênio e o hidrogênio. Aqueles de caem nela se viciam na capacidade de negar. Estes, persuadidos pelo medo, criam métodos para estudar a aparência do reflexo daqueles que tem certeza do que fazem.
De tanto mal já fugimos que nos desertos do passado as estatuas das certezas dos homens, enferrujadas, vibram nas freqüências leves. Somente ouvidas nos sonhos.
Inicio – meio – fim
Lugar – problema – solução
Idéia – vontade – realização
Estranho...
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
ESTAR(mos) de volta
O homem constroi o passado
Do passado o homem planeja o futuro
E assim sempre permaneceremos modelando o que foi
E querendo reconstruir o que irá ser um dia
O que deixaremos para os outros.
Somos a memoria do que manifestamos
E a permanencia do que queremos mostrar
A amostra das nossas experiencias
São as obras dos genios.
Onde estamos? Porque vivemos?
Nos afeta o instante da dúvida?
O que sentimos e expressamos,
Faz parte da existencia dos que viveram antes de nós?
Será tardia a morada da ideia?
Será facil a solução dos enigmas?
Determinado é aquele que navegou
Diferente do aventureiro é o Incapaz é o que discorda.
Existe um lugar para os vivos?
Há a morada florida das nuvens?
Terá o castigo aquele que escolheu?
Outra parte da vida pode ser perdida?
Quanto tempo não estou aqui....
E quantos sonhos pensei serem o sono.
Meus adornos de pedra são os mesmos.
Tua pele se destroi com o sol.
É pulsante e amargo o tempo,
Que nos mostra a crueldade da morte.
É bonita e nojenta a busca
Que a vida prova na dor.
Quanto o manto tem de transparente?
Queira a magoa servir de desapego.
Terminar o verbo seria como amar o rei.
Fugir para a floresta não seria nada.
Eu em lugar de ti faria
O que tu faria por mim.
E nossos queridos pensarão,
Onde quer que estejam,
Que suas almas são as vestes da amizade
Da solução,
Da prova,
Do que foram,
Do que nem sequer sabiam, mas temiam.
E eu,
Desse jeito,
Te peço perdão.
Pois não tenho nada,
Muito menos com você.
Do passado o homem planeja o futuro
E assim sempre permaneceremos modelando o que foi
E querendo reconstruir o que irá ser um dia
O que deixaremos para os outros.
Somos a memoria do que manifestamos
E a permanencia do que queremos mostrar
A amostra das nossas experiencias
São as obras dos genios.
Onde estamos? Porque vivemos?
Nos afeta o instante da dúvida?
O que sentimos e expressamos,
Faz parte da existencia dos que viveram antes de nós?
Será tardia a morada da ideia?
Será facil a solução dos enigmas?
Determinado é aquele que navegou
Diferente do aventureiro é o Incapaz é o que discorda.
Existe um lugar para os vivos?
Há a morada florida das nuvens?
Terá o castigo aquele que escolheu?
Outra parte da vida pode ser perdida?
Quanto tempo não estou aqui....
E quantos sonhos pensei serem o sono.
Meus adornos de pedra são os mesmos.
Tua pele se destroi com o sol.
É pulsante e amargo o tempo,
Que nos mostra a crueldade da morte.
É bonita e nojenta a busca
Que a vida prova na dor.
Quanto o manto tem de transparente?
Queira a magoa servir de desapego.
Terminar o verbo seria como amar o rei.
Fugir para a floresta não seria nada.
Eu em lugar de ti faria
O que tu faria por mim.
E nossos queridos pensarão,
Onde quer que estejam,
Que suas almas são as vestes da amizade
Da solução,
Da prova,
Do que foram,
Do que nem sequer sabiam, mas temiam.
E eu,
Desse jeito,
Te peço perdão.
Pois não tenho nada,
Muito menos com você.
TRECHOS
Eu tenho motivos que são como placasdesinalização
Alguns proibem os pensamentos de estacionarem ou de correrem
Outros mostram as distancias entre os desejos e as necessidades
Pra quem caminha onde todos andam significa muito interpretar os sinais
Para gestualizar onde se deve pedir e imobilizar onde se prontifica a ganhar
Ter de falar quando se deve partir e ouvir aonde as coisas chegam
Refletimos as ultrapassagens do ego sempre que damos a vez para outro
Subornamos os favores em momentos onde nos queremos a frente
Tranquilos estamos sem saida
No dia a dia do nosso mapa desconhecido
A terra finda nosso horizonte
E parece que o ar e o vento ja não exercem poder
Freio meu motivo insolito
E o motor dos meus impulsos padece em minha confiança
A habilidade de guiar esta percepção
Mostra-me a ultima parada
Dos animos e do esquecimento
De uma orientação distante da minha jornada
De um prazer sem igual
De uma meta sem destino
Onde em frente se basea no reflexo do que fica
E o horizonte, motivo da observação
Será outra vez diferente.
Alguns proibem os pensamentos de estacionarem ou de correrem
Outros mostram as distancias entre os desejos e as necessidades
Pra quem caminha onde todos andam significa muito interpretar os sinais
Para gestualizar onde se deve pedir e imobilizar onde se prontifica a ganhar
Ter de falar quando se deve partir e ouvir aonde as coisas chegam
Refletimos as ultrapassagens do ego sempre que damos a vez para outro
Subornamos os favores em momentos onde nos queremos a frente
Tranquilos estamos sem saida
No dia a dia do nosso mapa desconhecido
A terra finda nosso horizonte
E parece que o ar e o vento ja não exercem poder
Freio meu motivo insolito
E o motor dos meus impulsos padece em minha confiança
A habilidade de guiar esta percepção
Mostra-me a ultima parada
Dos animos e do esquecimento
De uma orientação distante da minha jornada
De um prazer sem igual
De uma meta sem destino
Onde em frente se basea no reflexo do que fica
E o horizonte, motivo da observação
Será outra vez diferente.
Wikipédia
Na lógica tradicional, um axioma ou postulado é uma sentença ou proposição que não é provada ou demonstrada e é considerada como óbvia ou como um consenso inicial necessário para a construção ou aceitação de uma teoria. Por essa razão, é aceito como verdade e serve como ponto inicial para dedução e inferências de outras verdades (dependentes de teoria).
Na matemática, um axioma é uma hipótese inicial de qual outros enunciados são logicamente derivados. Pode ser uma sentença, uma proposição, um enunciado ou uma regra que permite a construção de um sistema formal. Diferentemente de teoremas, axiomas não podem ser derivados por princípios de dedução e nem são demonstráveis por derivações formais, simplesmente porque eles são hipóteses iniciais. Isto é, não há mais nada a partir do que eles seguem logicamente (em caso contrário eles seriam chamados teoremas). Em muitos contextos, "axioma", "postulado" e "hipótese" são usados como sinônimos.
Como foi visto na definição, um axioma não é necessariamente uma verdade auto-evidente, mas apenas uma expressão lógica formal usada em uma dedução, visando obter resultados mais facilmente. Axiomatizar um sistema é mostrar que suas inferências podem ser derivadas a partir de um pequeno e bem-definido conjunto de sentenças. Isto não significa que elas possam ser conhecidas independentemente, e tipicamente existem múltiplos meios para axiomatizar um dado sistema (como a aritmética). A matemática distingue dois tipos de axiomas: axiomas lógicos e axiomas não-lógicos.
Nas teorias das ciências naturais, um axioma é considerado uma verdade evidente que e é aceita como tal mas que ao rigor da palavra não pode ser demonstrado ou provado uma verdade absoluta dentro do domínio de sua aplicação; é geralmente derivado de intuição ou de conhecimento empírico, os quais apoiam-se em todos os fatos científicos até então conhecidos e relevantes à área em estudo. A viabilidade ou utilidade de tais teorias, e a classificação das mesmas como teorias científicas válidas ou já aprimoradas, todas sempre logicamente derivadas de forma correta de suas premissas (dos axiomas), dependem das escolhas acuradas de seus axiomas e da corroboração dos mesmos frente aos fatos científicos conhecidos na época em que foram propostos, e frente aos que forem gradualmente descobertos em épocas futuras às suas proposições. Fatos novos, ao serem descobertos, podem levar à evolução das teorias mediante necessidade explicita de modificações em seus axiomas, que, conforme propostos no paradigma científico evoluído e ora válido, devem manter-se sempre corroborados pela íntegra dos fatos científicos conhecidos até a data em questão.
Na engenharia, axiomas são aceitos sem provas formais e suas escolhas são negociadas a partir do ponto de vista utilitário e econômico. Podem também ser considerados como hipóteses na modelagem e mudados depois da validação do modelo.
Declarações explícitas de axiomas é uma condição necessária para a computabilidade de uma teoria, modelo ou método. Neste caso, o axioma pode ser visto como um conceito relativo dependente de domínio, por exemplo, em cada programa de software, declarações iniciais podem ser consideradas como seus axiomas locais.
Na matemática, um axioma é uma hipótese inicial de qual outros enunciados são logicamente derivados. Pode ser uma sentença, uma proposição, um enunciado ou uma regra que permite a construção de um sistema formal. Diferentemente de teoremas, axiomas não podem ser derivados por princípios de dedução e nem são demonstráveis por derivações formais, simplesmente porque eles são hipóteses iniciais. Isto é, não há mais nada a partir do que eles seguem logicamente (em caso contrário eles seriam chamados teoremas). Em muitos contextos, "axioma", "postulado" e "hipótese" são usados como sinônimos.
Como foi visto na definição, um axioma não é necessariamente uma verdade auto-evidente, mas apenas uma expressão lógica formal usada em uma dedução, visando obter resultados mais facilmente. Axiomatizar um sistema é mostrar que suas inferências podem ser derivadas a partir de um pequeno e bem-definido conjunto de sentenças. Isto não significa que elas possam ser conhecidas independentemente, e tipicamente existem múltiplos meios para axiomatizar um dado sistema (como a aritmética). A matemática distingue dois tipos de axiomas: axiomas lógicos e axiomas não-lógicos.
Nas teorias das ciências naturais, um axioma é considerado uma verdade evidente que e é aceita como tal mas que ao rigor da palavra não pode ser demonstrado ou provado uma verdade absoluta dentro do domínio de sua aplicação; é geralmente derivado de intuição ou de conhecimento empírico, os quais apoiam-se em todos os fatos científicos até então conhecidos e relevantes à área em estudo. A viabilidade ou utilidade de tais teorias, e a classificação das mesmas como teorias científicas válidas ou já aprimoradas, todas sempre logicamente derivadas de forma correta de suas premissas (dos axiomas), dependem das escolhas acuradas de seus axiomas e da corroboração dos mesmos frente aos fatos científicos conhecidos na época em que foram propostos, e frente aos que forem gradualmente descobertos em épocas futuras às suas proposições. Fatos novos, ao serem descobertos, podem levar à evolução das teorias mediante necessidade explicita de modificações em seus axiomas, que, conforme propostos no paradigma científico evoluído e ora válido, devem manter-se sempre corroborados pela íntegra dos fatos científicos conhecidos até a data em questão.
Na engenharia, axiomas são aceitos sem provas formais e suas escolhas são negociadas a partir do ponto de vista utilitário e econômico. Podem também ser considerados como hipóteses na modelagem e mudados depois da validação do modelo.
Declarações explícitas de axiomas é uma condição necessária para a computabilidade de uma teoria, modelo ou método. Neste caso, o axioma pode ser visto como um conceito relativo dependente de domínio, por exemplo, em cada programa de software, declarações iniciais podem ser consideradas como seus axiomas locais.
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